"...Quando o que temos é um Catálogo de Erros... Esse é o Livro das flores. Esse é o Livro do Destino. Esse é o Livro de nossos dias..." - Que se abram as cortinas, que se virem as páginas: Sejam todos bem vindos!
Seria suspeito falar que essa é uma das "mais lindas da Legião", se sempre digo isso nas minhas preferidas, mas essa realmente tem uma estrutura poética que é apaixonante, e nos dias apaixonados, pessoas apaixonadas se sentem inspiradas por esse ritmo, que se levado ao fundo, nos dá um contraste com a situação, ao meu ver, a música é uma separação, um afastamento, e alguém, assim como em "Os Barcos" sofre por uma ausência, que diferentemente da música citada, é um amor que passa por sua vida e o marca, e que o dá nostalgia.
Mudaram as estações
Mudaram as estações
E nada mudou
Mas eu sei
Que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente...
As estações mudaram.
Os períodos mudaram, o frio, o calor, o sol e a chuva, as flores, e as folhas que caem mudaram de ciclo, e nada mudou.
Renato começa a música com algo extremamente poético, dizendo que tudo mudou, mas ele não percebe diferença nas mudanças, apesar de saber que alguma coisa aconteceu, porque sente que tem algo diferente no ar. As estações mudaram, e não houveram mudanças com elas, tudo ficou na mesmice, a saudade, a falta, e ele sabe, em seu íntimo que ago mudou, porque "está tudo assim tão diferente".
Se lembra quando a gente
As estações mudaram.
Os períodos mudaram, o frio, o calor, o sol e a chuva, as flores, e as folhas que caem mudaram de ciclo, e nada mudou.
Renato começa a música com algo extremamente poético, dizendo que tudo mudou, mas ele não percebe diferença nas mudanças, apesar de saber que alguma coisa aconteceu, porque sente que tem algo diferente no ar. As estações mudaram, e não houveram mudanças com elas, tudo ficou na mesmice, a saudade, a falta, e ele sabe, em seu íntimo que ago mudou, porque "está tudo assim tão diferente".
Se lembra quando a gente
Chegou um dia a acreditar
Que tudo era prá sempre
Sem saber
Que o pra sempre
Sempre acaba...
Renato aqui, diz para uma terceira pessoa, que sempre imaginei, sendo um reflexo pra dentro de si, como se ele sonhasse com essa pessoa e dissesse à ela dentro de si mesmo, perguntando se ela se lembra de como eles chegaram à acreditar, que "tudo era pra sempre", sem saber que o "pra sempre, sempre acaba"
Mas nada vai
Renato aqui, diz para uma terceira pessoa, que sempre imaginei, sendo um reflexo pra dentro de si, como se ele sonhasse com essa pessoa e dissesse à ela dentro de si mesmo, perguntando se ela se lembra de como eles chegaram à acreditar, que "tudo era pra sempre", sem saber que o "pra sempre, sempre acaba"
Mas nada vai
Conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém
Só penso em você
E aí então estamos bem...
Mesmo tudo que foi dito pra sempre durar, agora ter acabado, nada vai conseguir mudar o que ficou.
O que ficou, é o resultado das vezes de quando ele se pega pensando nessa terceira pessoa, e só então ele vê o quão bem estão juntos.
Mesmo com tantos motivos
Mesmo tudo que foi dito pra sempre durar, agora ter acabado, nada vai conseguir mudar o que ficou.
O que ficou, é o resultado das vezes de quando ele se pega pensando nessa terceira pessoa, e só então ele vê o quão bem estão juntos.
Mesmo com tantos motivos
Prá deixar tudo como está
E nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta prá casa...
E mesmo com tantos motivos pra deixar tudo na mesmice, e continuar tocando tudo como se nada tivesse acontecido, e mesmo sem desistir e sem tentar, agora tanto faz. Agora ele se pega imaginando, indo de volta pra casa.
E mesmo com tantos motivos pra deixar tudo na mesmice, e continuar tocando tudo como se nada tivesse acontecido, e mesmo sem desistir e sem tentar, agora tanto faz. Agora ele se pega imaginando, indo de volta pra casa.
Análise e Texto: Eduardo Rezende
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
| |
10
comentários
Read more
